CENTRO DE APOIO OPERACIONAL

Lives e cursos marcam a Semana do Meio Ambiente 2023

1º/06/2023 - O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), em parceria com o Comitê Interinstitucional Ecos de Pernambuco, promoverá, em junho, a Semana do Meio Ambiente. Com foco no trabalho em sinergia pela sustentabilidade, a programação inclui duas lives e oito cursos online.

A agenda de eventos tem início no dia 7 de junho, às 9h, com a live “Aterros Sanitários e Lixões em Pernambuco”, que poderá ser acompanhada pelo link https://www.youtube.com/watch?v=xJn6WGpLudA. O tema será abordado por Ana Cristina Novaes Ferraz, que integra a equipe do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente do MPPE; e Pedro Coelho Teixeira Cavalcanti, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE).

Já no dia 15 de junho, às 15h, a live será sobre “Contratações Sustentáveis e a nova Lei de Licitações, Lei 14.133/2021”. Link: https://www.youtube.com/watch?v=mm72Jt79HBY. Como palestrantes, Maria Augusta Soares de Oliveira Ferreira e Marcos Weiss Bliacheris, ambos advogados da União.

CURSOS – A programação da Semana de Meio Ambiente 2023 inclui, ainda, os cursos “ODS: Agenda para o desenvolvimento sustentável”, “Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa”, “Mudanças climáticas na gestão pública”, “Contratação e acompanhamento pelo serviço público das organizações de catadores de materiais recicláveis”, “Rotas tecnológicas de resíduos recicláveis”, “Logística reversa de medicamentos: o que a sociedade e as instituições devem fazer?”, “Elaboração de plano de compensação ambiental para redução de GEE à luz do PLS” e “Planejamento estratégico pessoal”.

Os interessados em participar poderão se inscrever até o dia 23 de junho pelo link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScdFxJMmMdmQzoZ9df3ZYJibTV5UD1164D12lQpA6_PtwnB_A/viewform. Os cursos, que ficarão disponíveis durante todo o mês de junho, serão realizados de forma online, com videoaulas, material em PDF e certificado emitido pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

HISTÓRICO – Criado em 2014, com cinco instituições, o Comitê Ecos de Pernambuco é uma rede que tem como objetivo central estimular e desenvolver ações compartilhadas na área de sustentabilidade. A parceria também tem o papel de contribuir para implementar políticas públicas permanentes em defesa do meio ambiente; fomentar ações educativas e pedagógicas junto ao corpo funcional e usuários das instituições; criar e alimentar um banco de dados com informações socioambientais compartilhadas; e promover e apoiar a qualificação técnica das comissões socioambientais.

Ao todo, 11 instituições integram o Comitê. Além do MPPE, participam o TCE-PE, a UFRPE, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT6), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE), o Tribunal de Justiça do Estado (TJPE), o Tribunal Regional Federal (TRF5), a Advocacia-Geral da União (AGU-PE), a Procuradoria Regional da República, a Procuradoria da República em Pernambuco e a Procuradoria Regional do Trabalho.

No Comitê Ecos de Pernambuco, o MPPE é representado pela Comissão Permanente de Gestão Ambiental (CPGA). Presidida pela Promotora de Justiça Rejane Strieder Centelhas, a GPCA desenvolve várias ações de sustentabilidade ambiental e tem como objetivo garantir a coerência entre a prática interna do Ministério Público e sua atuação finalística na defesa do meio ambiente sadio.


Mais Notícias


03/07/2026

MPPE convida movimentos sociais e população para debater política de cotas raciais em concursos municipais


03/07/2026 - Com o intuito de ouvir os movimentos sociais e a população sobre a política de cotas raciais em concursos da administração pública no Estado, o Núcleo de Enfrentamento ao Racismo do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) promoverá no dia 22 de julho, das 10h às 12h, o evento “Escuta Pública - Lei de Cotas Raciais nos Municípios de Pernambuco”. 

O evento será realizado no formato híbrido, disponibilizando 50 vagas para participação presencial e 100 vagas para participação online (via plataforma Google Meet). Aos interessados no formato presencial, o momento de escuta e debate será sediado no Auditório Arnaldo Duarte, Rua do Sol, 143, 5º andar, Edifício Ipsep, Santo Antônio, no Recife. 

O link de inscrição é https://doity.com.br/escuta-publica--lei-de-cotas-raciais-nos-municipios-de-pernambuco.


02/07/2026

Prefeitura celebra TAC para regularizar transporte de crianças e adolescentes neurodivergentes
Signatários do TAC se comprometeram com transporte e suporte assistencial de crianças e adolescentes neurodivergentes

 

02/07/2026 - Com o intuito de reestruturar a política pública municipal de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) voltada ao transporte especializado e suporte assistencial de crianças e adolescentes neurodivergentes que fazem tratamento contínuo em clínicas particulares em Caruaru, a Prefeitura Municipal de Quipapá firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) perante o Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

A Secretaria Municipal de Saúde se comprometeu a implementar, em no máximo 30 dias, um Fluxo Logístico Flexibilizado e Individualizado para o TFD com destino a Caruaru. Este fluxo deve garantir a disponibilização de veículo leve de apoio para realizar o retorno imediato das crianças e dos adolescentes neurodivergentes logo após o encerramento de suas sessões terapêuticas. 

No caso de eventuais emergências, a Secretaria Municipal de Saúde garantirá o atendimento prioritário e imediato ao público autista utilizando veículos de outras pastas, além de agendar uma reunião com os pais para alinhar o cronograma de transporte interno entre as clínicas de terapia em Caruaru. 

O TAC também estabeleceu que é proibido transferir obrigatoriamente as crianças e adolescentes para a rede de Quipapá. A transferência só será permitida se a Prefeitura comprovar (por perícia técnica aprovada pelo Ministério Público) que a rede municipal agora tem estrutura e profissionais capacitados nos métodos ABA e TEACCH, com a mesma carga horária receitada pelos médicos e desde que os pais ou responsáveis concordem. 

Por último, a Secretaria deve marcar reunião com os responsáveis pelas crianças neurodivergentes para fixar cronograma de deslocamento interno no município de Caruaru, entre as clínicas onde são realizadas as terapias multidisciplinares. O órgão também deve apresentar, em até 15 dias, os laudos de vistoria mecânica detalhada e o cronograma de revisão preventiva de todos os veículos do TFD (focando nos modelos Spin). Devem ser informados também os consertos já feitos para resolver os problemas mecânicos que causaram os resgates anteriores nas rodovias.  

Em caso de descumprimento injustificado de quaisquer das obrigações de fazer ou prazos fixados no TAC, ensejará a aplicação de multa diária em desfavor do Município inadimplente no valor de R$ 500, limitada ao teto global de  R$ 30 mil.

A íntegra desse documento, assinado pelo promotor de Justiça Gustavo Adrião Gomes da Silva França, está disponível no Diário Oficial Eletrônico do MPPE do dia 18 de junho de 2026.


02/07/2026

CAO Saúde participa da comemoração dos 25 anos do Serviço de Apoio à Mulher Wilma Lessa

A Promotora de Justiça e Coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (CAO Saúde) do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Helena Capela, participou, na última segunda-feira (29), da celebração dos 25 anos do Serviço de Apoio à Mulher Wilma Lessa. O evento ocorreu no Auditório Dr. José Breno, localizado no Hospital Agamenon Magalhães.
Integrante da mesa de debate sobre “Violência de Gênero e Feminicídio em Pernambuco: Desafios e Estratégias de Enfrentamento”, Dra. Helena parabenizou o Centro Wilma Lessa, destacando o papel estratégico e a atuação ao longo desses anos no combate à violência de gênero. Pontuou também que “O enfrentamento à violência contra a mulher, ainda tão presente nos dias atuais, é uma política de saúde pública que necessita da atuação integrada entre saúde, assistência social, justiça e segurança pública, fazendo referência à Nota Técnica Conjunta NAM/NAV/CAO SAÚDE e CAO INFÂNCIA sobre a temática. Ressaltou ainda que, “apesar de termos um arcabouço jurídico protetivo robusto e políticas públicas específicas sobre a matéria, há lacunas estruturais na capacidade de prevenir, identificar e responder de forma tempestiva e integrada. Concluiu afirmando que a persistência dessas violências requer profundas mudanças nos paradigmas culturais e ideológicos de permissão e tolerância coletiva em relação ao corpo feminino”.