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No Recife, Gabinete Itinerante reinicia atividades ressaltando o foco da gestão na estruturação da atividade-fim.

26/07/2022 - As Promotorias de Justiça Criminais e Cíveis da Capital abriram, na manhã desta terça-feira (26), a reta final do cronograma do Gabinete Itinerante 2022. O encontro foi realizado no auditório do edifício onde funcionam essas unidades ministeriais, no bairro da Ilha do Leite, no Recife.

Na abertura da reunião, o procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto Freitas, ressaltou que o propósito do Gabinete Itinerante é dialogar sobre a execução do plano de gestão da Administração Superior do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), conhecendo a realidade dos membros do parquet e ouvindo sugestões.

“Estamos focados na estruturação da atividade fim do MPPE, otimizando recursos e estabelecendo prioridades. Por exemplo, conseguimos fazer uma reorganização da gestão de pessoal, trazendo mais qualidade para a prestação do serviço ministerial. E vamos ganhar em efetividade com o aprofundamento no uso da tecnologia”, destacou o procurador-geral.

Em seguida, o subprocurador-geral de Justiça em Assuntos Administrativos, Valdir Barbosa Júnior; o secretário-geral, Maviael de Souza; e a assessora do Núcleo de Apoio à Gestão de Tecnologia e Inovação (NTI), Alice Morais, detalharam entregas relativas às suas áreas de atuação, como a realização de reparos nas instalações das Promotorias Criminais e Cíveis da Capital; a contratação das obras da Sede Administrativa da Capital, da requalificação do Centro Cultural Rossini Alves Couto e de sedes no interior do Estado; e o desenvolvimento de sistemas como o Consensus e o SIM, cujas abrangências serão ampliadas ao longo do segundo semestre.

“Essas evoluções administrativas foram obtidas mediante diálogo entre o MPPE e outros atores institucionais, tendo como objetivo permitir que os promotores e procuradores de Justiça possam, com o apoio dos servidores e colaboradores, mostrar à sociedade os serviços prestados pela atuação institucional. Esse é o papel dos membros do MP como agentes políticos”, sumarizou Maviael de Souza.

Ao final do encontro, a coordenadora das Promotorias de Justiça Criminais da Capital, Delane Mendonça, declarou que as prioridades dos membros incluem ajustes de infraestrutura de TI, conserto nas instalações elétricas, aporte de pessoal e realização de cursos e formação continuada, dentre outras pautas administrativas.

“Mesmo para nós, que atuamos na Capital, esse espaço é importante para ouvirmos o Gabinete da Procuradoria Geral de Justiça, conhecermos os projetos e o planejamento da gestão. E, por outro lado, temos a oportunidade de apontar as nossas necessidades e dar conhecimento sobre experiências positivas vivenciadas pelas Promotorias Criminais”, concluiu Delane Mendonça.


 

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07/08/2026

MPPE leva ao Agreste oficina de qualificação sobre diversidade sexual e de gênero
A formação qualificou membros, servidores, assessores, estagiários, terceirizados e residentes do MPPE para garantir o atendimento adequado à população LGBTQIAPN+

 

07/08/2026 - O Núcleo de Direitos LGBTQIAPN+ do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realizou, nesta quinta-feira (6), a oficina "Letramento em Diversidade Sexual e de Gênero", em Caruaru, no Agreste pernambucano. O evento promovido na Sede das Promotorias de Justiça da cidade, integrou o Projeto Diversificar e contou com o apoio da Escola Superior do Ministério Público de Pernambuco (ESMP).

De caráter presencial, a formação qualificou membros, servidores, assessores, estagiários, terceirizados e residentes do MPPE para garantir o atendimento adequado à população LGBTQIAPN+, além de fortalecer o tratamento das demandas desse grupo vulnerabilizado. O auditório ficou lotado, reunindo profissionais interessados em aprimorar sua atuação junto a essa parcela da sociedade.

Na programação, a promotora de Justiça Maria José Mendonça de Holanda Queiroz, coordenadora do Núcleo LGBTQIAPN+, apresentou o núcleo e o Protocolo Ministerial de Atendimento à População LGBTQIAPN+ ao público presente. Em seguida, Stephane Fachine da Silva, coordenadora de Promoção e Defesa dos Direitos LGBTQIAPN+ da Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome de Caruaru, expôs sobre letramento e as principais demandas da população LGBTQIAPN+ na região.

A manhã de formação contou ainda com uma dinâmica em grupos, dedicada à discussão de casos práticos sobre atendimento e violações de direitos, seguida da apresentação da síntese dos trabalhos pelas próprias facilitadoras. O encerramento ocorreu por volta do meio-dia, após uma programação bem avaliada pelos participantes.

Oficina Regional do Projeto Diversificar

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A promotora de Justiça Maria José Queiroz explicou o projeto Diversificar e o protocolo de atendimento às pessoas LGBTQIAPN+ que integra a iniciativa. "As pessoas que fazem parte da comunidade LGBTQIAPN+ não podem ser revitimizadas ao buscarem ajuda no Ministério Público. Somos uma instituição que tem a atribuição constitucional de defender os direitos humanos e, por isso, devemos estar preparados para ouvir, acolher e conversar com elas", afirmou.

Stephane Fachine da Silva destacou a importância do evento para que os profissionais se familiarizem com os termos usados de acordo com as identidades e orientações, evitando que os atendimentos reproduzam violências presentes na sociedade, além de contribuir para a identificação dessas violências e seu devido tratamento. "Qualificar profissionais é fundamental para que os espaços sejam inclusivos e seguros", disse.

Já a promotora de Justiça e coordenadora de sede da Circunscrição de Caruaru, Jeanne Bezerra Silva Oliveira, ressaltou que aprender a trabalhar bem a questão das pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ é primordial para o Ministério Público. "As especificidades que o tratamento a esse público requer devem ser entendidas e aplicadas no nosso dia a dia", pontuou.


07/08/2026

MPPE participa do Seminário Mulheres Negras, Democracia e Garantia de Direitos
Discussão abordou questões que atravessam as mulheres negras e a importância de enfrentar o racismo quando também se enfrenta a violência contra a mulher

 

07/08/2026 - O Núcleo de Apoio à Mulher do Ministério Público de Pernambuco (NAM/MPPE) participou do Seminário Mulheres Negras, Democracia e Garantia de Direitos, promovido pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher de Pernambuco (CEDIM/PE), com a  palestra “Os Conselhos de Direitos da Mulher: participação democrática, acesso à justiça, incidência política e fortalecimento da garantia de direitos”. 

A promotora de Justiça Maísa Oliveira ressaltou a necessidade de trazer a discussão sobre as questões que atravessam as mulheres negras e a importância de enfrentar o racismo quando também se enfrenta a violência contra a mulher. “A importância do seminário foi trazer o tópico para a discussão das conselheiras, dos movimentos sociais representados no controle social e nas pessoas da gestão pública que compõem o conselho”, explicou.

O evento ocorreu, no dia 30 de julho, no auditório da Secretaria da Mulher de Pernambuco, no Bairro do Recife.


06/08/2026

MPPE reforça combate ao feminicídio em campanha nacional voltada a vigilantes
A presença do MPPE foi marcada com a palestra “Políticas de Enfrentamento ao Feminicídio", ministrada pela Coordenadora do NAM, promotora de Justiça Maísa Oliveira.

 

06/08/2026 - O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por intermédio do Núcleo de Apoio à Mulher (NAM), participou como palestrante na “Campanha Nacional: Vigilantes Contra Feminicídio”, sob a coordenação da Polícia Federal e organizada, em Pernambuco, pelo Sindicato dos Vigilantes de Pernambuco (SINDESV-PE). O evento ocorreu no dia 30 de julho, no auditório do Sindicato. A presença do MPPE foi marcada com a palestra “Políticas de Enfrentamento ao Feminicídio", ministrada pela Coordenadora do NAM, promotora de Justiça Maísa Oliveira.

“É oportuno falar para profissionais de vigilância, pois precisamos cada vez mais disseminar a cultura do respeito às mulheres, compreender o ciclo da violência e buscar formas de proteção contra o feminicídio. Tivemos a oportunidade de orientar como atuar de maneira a prevenir situações mais graves e proteger efetivamente as mulheres, considerando que os profissionais de vigilância têm um papel essencial nessas situações. Foi destacado, também, o respeito aos direitos das vítimas, em especial o direito à imagem e à não disseminação de registros da violência, que devem ser resguardados e encaminhados apenas para a autoridade competente”, explicou a Promotora de Justiça.

A “Campanha Nacional: Vigilantes Contra Feminicídio” tem como público alvo profissionais Vigilantes, principalmente homens, buscando a sensibilização e capacitação desse público para saber como identificar e agir em situações de violência contra as mulheres. A ação contou ainda com apresentação das secretarias municipal e estadual da Mulher, com debates sobre a proteção à mulher e enfrentamento à violência em todas as suas formas.

A atividade de serviços de vigilância patrimonial e de valores ainda é pouco ocupada por mulheres: apenas 15%. Oitenta e cinco por cento dos vigilantes atuando com Carteira de Trabalho assinada no Brasil são homens.

Vários setores da segurança privada participam da ação, prevista para ocorrer em âmbito nacional, contemplando trabalhadores e representantes de sindicatos, confederações, escolas e empresas. A iniciativa conta, em âmbito nacional, com a coordenação de representantes da Polícia Federal (PF).